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11 de maio de 2010

Prefeitura dá ultimato à construtora

Uma das grandes deficiências de nossa cidade é a falta de vagas nas creches. Este problema será atenuado com a inauguração da Super Creche, que está sendo construída no Jardim Petrópolis. Porém a obra tem sido construída a passos lentos, ontem inclusive uma manifestação de integrantes do Observatório Municipal foi realizada no local, na intenção de chamar atenção para  o fato. A Administração Municipal, já demonstrou sua preocupação. Veja comunicado: 

"A Administração Municipal ADVERTE E TORNA PÚBLICO! O não cumprimento, por ora, do cronograma das obras da Super-Creche, pela empreiteira contratada, a Prefeitura, em breve poderá vir a romper o contrato celebrado. A Secretaria de Obras vem cobrando agilidade nas obras da super creche e o cumprimento do acordo firmado entre o Engenheiro Chefe da Empreiteira e o engenheiro Jonas Pelissari; Procurador Geral do Município e o Prefeito.
Compromisso assumido em reunião realizada no gabinete."

19 de abril de 2010

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA CRECHE “SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS”

Há alguns dias, o PBN está pesquisando a história e os atuais conflitos do primeiro centro de educação infantil de Paiçandu, na época Creche: “Lar e Escola Santa Terezinha do Menino Jesus” – não apenas pelas solicitações feitas a este blog, mas pela importância do tema.

Por isso, estaremos postando, nesta semana, as informações sobre esse centro, que teve início numa casa, na rua Onésio Farias, por iniciativa dos Vicentinos – movimento ligado à Igreja Católica. Pelo que apuramos até agora, esse grupo lutou com afinco para a concretização do projeto, conseguindo recursos até mesmo fora do país.

Contaremos sobre a atuação dos Vicentinos e ainda as intervenções feitas pelas administrações municipais, desde a década de 80. E também o motivo pelo qual o prédio está condenado. Será que a primeira creche de nossa cidade será extinta? Estamos apurando.

13 de abril de 2010

PAIÇANDU PERDE ESCOLA POR VETO DE VEREADORES

Quando o assunto é educação, saúde e segurança, acreditamos que seria uníssono o discurso de que é dever de qualquer governante e cidadão lutar para que essas áreas sejam cuidadas de perto e que o investimento nas mesmas deva ser alto.

Em sendo assim, acreditamos também que quando se fala que a cidade pode ter uma nova escola, independente se municipal ou estadual, as forças também se unirão para a concretização do projeto. Podemos até não torcer pelo time paulista, o Santos de Robinho e Neymar, mas negar o futebol arte do grupo seria uma completa falta de bom senso.

Pois bem senhores, na semana passada (dia 5 de abril), Paiçandu perdeu uma nova unidade escolar, no Jardim Montecristo, porque alguns de nossos vereadores rejeitaram a propositura do Executivo, em regime de Urgência Urgentíssima, que tratava da alteração da Lei 1948/2009.

Conforme a mensagem do Executivo:

A proposta está centrada, tendo em vista que o município necessita de incluir alterar o artigo 3º. Da referida lei no que se refere as obras a serem executadas com recursos oriundos de operação de crédito, com a inclusão no texto de construção de centros de educação infantil e Escolas e aquisição de equipamentos e máquinas pesadas.

Temos a esclarecer que a alteração se faz necessário pois o Executivo através da secretaria de Educação pretende construir uma escola, tendo em vista a liberação por parte do governo Estadual, e ainda deixando o município apto a adquirir equipamentos renovando sua frota de máquinas pesadas.

Cabe salientar que tendo em vista ser um ano eleitoral o prazo para contratação de operação de crédito tem seu prazo reduzido, por isso se faz necessário que seja aprovado com maior urgência.

Tal aprovação se faz necessária para que o município possa iniciar os procedimentos de angariar recursos de operações de crédito, sendo esta a primeira exigência, que é a autorização do poder legislativo para contratação de operação de crédito e executar os investimentos necessários, objetivando o bem comum de todos os munícipes.

Vale ressaltar que, em reunião uma semana antes, na prefeitura, os vereadores acordaram com o prefeito Vladimir da Silva, que seriam favoráveis ao projeto, pois o mesmo traria benefício ao município. Porém, no dia da sessão, alguns edis justificaram a rejeição porque o Executivo teria colocado outras obras, além da escola.

É verdade, como dizia minha avó, “o que é combinado não sai caro”. Então, um expediente também comum nas nossas câmaras legislativas são as emendas supressivas. Assim, poderia ter sido aprovada a urgência urgentíssima da escola, para seguir a documentação, e emenda supressiva nos demais itens. Nessa quem perdeu fomos nós, o povo, pois necessitamos de escolas, centros de educação infantil, unidades de saúde equipadas, asfalto, máquinas trabalhando...

Ah! Sim, os únicos vereadores que votaram favoráveis à construção da escola foram Valdir da Fonseca e Osvaldo Marinho Novaes, ambos do PT. E, sabemos, que dois votos não resolvem a situação. O vereador Milson Monteiro Teles - o Tancredo - não votou, pois era presidente da sessão, no lugar de Eduardo Pereira da Silva, que não compareceu.

E assim, sem a necessária aprovação legislativa, os documentos não foram enviados para Curitiba e Paiçandu perdeu. Ou melhor, o povo perdeu mais uma vez. 




10 de abril de 2010

Reposição

No dia 25 de março, funcionários públicos  passaram a tarde em frente à prefeitura, no aguardo da reunião entre sindicato e prefeito. 
Pois bem,  as aulas daquele dia, estão sendo repostas hoje.

Por falar nisto a que pé anda este fato? E a assembléia chegou a um denominador comum? Ou esfriou o movimento?

3 de abril de 2010

O Diário na Escola

A  Prefeitura de Paiçandu renovou a parceria educacional entre o município e O Diário. Em entrevista ao programa, o prefeito afirmou que o jornal na escola contribui para atingir os objetivos traçados. “Agrega conhecimento aos alunos, incentiva a leitura, e as crianças têm acesso à informação através de matérias jornalísticas”, destacou.
Em 2010, são 683 estudantes beneficiados pelo uso do jornal na educação. AQUI

1 de abril de 2010

As coisas simples da vida

O pessoal envolvido com a educação em Paiçandu está de parabéns, pelas atividades realizadas com crianças e alunos da rede pública, referente ao período da Páscoa. Em todas as escolas tivemos atividades, e nas ruas era possível ver a alegria da piazada com os presentes recebidos.  Para algumas, estes serão os únicos mimos que receberão. E para uma criança isso faz muita diferença, acredite.
Embora alguns sejam mais gulosos que os outros...

30 de março de 2010

Escola Neide Bertasso: eleições

Será amanhã - 31/03 - a eleição para diretora na Escola Estadual Neide Bertasso Beraldo, no Jardim Bela Vista 2. Digo diretora pois são duas candidatas. Pela chapa 1 a professora Ana Fernandes, e pela chapa 2 Eleana Tebet.
Tem sido muito movimentada a campanha, com uso até propaganda com carro de som pelas ruas dos bairros próximos. 
A Escola Estadual Neide Bertasso Beraldo,  passará por ampliações, em obra estimada em  R$ 3,3 milhões.

12 de março de 2010

PROFESSORES REVERTEM SITUAÇÃO, MAS CRIANÇAS PERDEM SALA DE APOIO

No último dia 10, os professores municipais se reuniram com a secretária de Educação, Sineide Ferrareze, para discutirem e reivindicarem a volta das horas-atividades, que seriam cortadas a partir da próxima segunda-feira.
Depois de muita discussão, ânimos acirrados e um "pedido de colaboração", por parte da secretária, nossos educadores conseguiram reverter a situação. 

Uma prova de que a participação, mobilização e organização fazem a diferença. 
Porém, como diz aquele velho adágio popular de que "a corda sempre arrebenta do lado dos mais fracos", novamente seremos testemunhas de que isso realmente ocorre. Agora, nossas crianças, da rede municipal, vão perder a Sala de Apoio. 
Para quem não sabe, essa benesse é para atender às defasagens de aprendizagem apresentadas pelas crianças, que são assistidas em período contrário ao seu horário de aula. A finalidade é, segundo a SEED, “trabalhar as dificuldades referentes à aquisição dos conteúdos de oralidade, leitura, escrita, bem como às formas espaciais e quantidades nas suas operações básicas e elementares”, o mesmo ocorrendo com as salas de apoio de nossa cidade. 
Na verdade, um subsídio necessário, principalmente porque a educação de qualidade é direito de qualquer cidadão. 
 - Precisamos de mais mobilizações.


9 de março de 2010

SEM COLETA DE LIXO, SEM GRATIFICAÇÕES E HORA-EXTRA, PROFESSORES SÃO A BOLA DA VEZ

O dia de hoje foi de muita revolta e indignação, em todas as escolas municipais de nossa cidade.
E, não poderia ser diferente. A Prefeitura de Paiçandu, por meio da Secretaria de Educação, além de não estar cumprindo com o estabelecido no FUNDEB, no que tange ao pagamento do piso nacional do Magistério e um terço de hora-atividade, praticamente cortou parte dessa última conquista da categoria.
A partir do próximo dia 15, segunda-feira, os professores vão perder duas, das quatro horas-atividades que os mesmos realizam semanalmente, em seus locais de atuação. Isso significa corte no salário e, pior, profissionais ainda mais insatisfeitos, revoltados e sem tempo para preparar aulas para nossas crianças.
Como sempre, as áreas essenciais para o desenvolvimento e bem-estar do homem continuam na mira de nossos governantes, que parecem não perceber a importância, por exemplo, de uma educação de qualidade. Ainda querem nos manter na caverna, caro Platão. Mas, afinal onde estão os gastos?

11 de fevereiro de 2010

LEI DO ESTUDANTE: LIMPEZA URGENTE NAS GAVETAS

Até agora o poder Executivo não sancionou a Lei do Estudante, que regulamenta o transporte municipal de alunos paiçanduenses para Maringá – como ocorre na maioria dos municípios de nossa região. O protocolo é do dia 20 de janeiro último, mas até agora nada. Na verdade, o prazo para este trâmite já venceu e a mesma não voltou para a Câmara.

Apenas lembrando: as aulas da educação básica (redes municipal e estadual) e do ensino superior de algumas instituições tiveram início, neste mês. Daqui a pouco, será a vez da Universidade Estadual de Maringá retornar.

E os nossos estudantes como ficam? Vamos dar uma olhada nas gavetas, “estudar” a lei, (embora ela já seja até mesmo de domínio público) e aprová-la.

SEM PLANO VIÁRIO CRIANÇAS SE ARRISCAM NO SANTA HELENA

Quem já trafegou ou passou pelas ruas Tijuca e José Bavato, respectivamente da Escola Municipal Lucília Vicentini Ferrari e da APAE, no Jardim Santa Helena, já se indignou com o que ocorre ali, principalmente no horário de entrada e saída do horário de aula. As duas vias, além de estreita, são de mão dupla, o que oferece risco constante de atropelamento às crianças, sendo que não há em toda a extensão dessas ruas calçadas. Isso obriga familiares e estudantes a andarem nas próprias vias, dividindo espaço com veículos, bicicletas, carroças.

Há seis meses, mediante solicitação de nossos munícipes, tendo respaldo num abaixo-assinado com mais de 200 assinaturas, o vereador Valdir Fonseca (PT) pediu que as duas ruas fossem transformadas em mão única. Até agora (ou até ontem, quem sabe), nada foi feito. Ao questionar a prefeitura, nossos gestores alegam que a mudança tem que passar pelo Conselho de Desenvolvimento. Este, por sua vez, diz que essas mudanças deverão estar contidas em nosso Plano Viário (parece àquela historinha de quando precisamos resolver um problema burocrático, passa pra um, depois para outro, depois, depois...e nada acontece). Então, quem deve elaborar e executá-lo?

Ninguém se compromete a dizer que vai ou não vai fazer.

A lei nº 1801, que trata do Plano Viário de Paiçandu, sancionada no dia 05/12/2007, em seu artigo primeiro reza que o mesmo será um “instrumento de planejamento, de caráter dinâmico, vinculado à realidade urbana e rural, e a serviço do desenvolvimento da comunidade local, do bem estar de sua população e da ação governamental”.

Apenas um alerta, as aulas retornaram, no início de fevereiro, e nossas crianças estão correndo risco de vida (e olha que não há dramaticidade aqui). Será que alguém pode fazer alguma coisa antes que algo pior venha a ocorrer?

Sugiro prefeito que o senhor passe, por volta das 7h20, defronte à Escola Estadual Lucília, para entender o problema.

25 de janeiro de 2010

Quintal

Chama atenção a quantidade de mato presente em  várias instalações públicas em Paiçandu. Veja bem: No Bela Vista todo aquele quarteirão onde está localizado a escola, quadra, campo e a creche, está um mato só.
Só não ganha da escola/creche  no Jardim Canadá, cujo complexo esportivo, além de abandonado é tudo mato. E a "pracinha" na frente da escola, só vendo para crer!
Pelo visto, algo mais do que só alunos ficaram de férias nestes dias...

Ah, e a rodoviária nova? Que pensam sobre nossa cidade os viajantes que passam por ali?
 


O Paiçandu Blog News está de volta!

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